Regime de caixa e regime de competência: veja as diferenças


Nenhum empreendedor consegue ter sucesso em sua empresa sem controlar entradas (vendas) e saídas (compras e demais despesas). Tal controle é fundamental para planejar ações assertivas na gestão do negócio.

Já imaginou chegar ao final do mês e não saber o quanto vendeu e o quanto gastou na empresa? Não ter noção do valor das despesas - salários, aluguel, conta de luz, água, internet, telefone, etc? Como costumamos dizer no meio corporativo: “A conta, certamente, não vai fechar!”.

Então, se você é empresário já sabe que é fundamental registrar absolutamente tudo! Só por meio de um controle adequado, o empreendedor saberá o que fazer para alcançar as metas traçadas. Ou, então, perceber que os resultados não estão de acordo com as expectativas e tomar atitudes para tentar corrigir o que está errado.

As anotações das operações podem ser realizadas de duas formas: regime de caixa ou regime de competência. Mas, afinal, quais são as diferenças entre os dois métodos? É exatamente isso que a Prime Contabilidade vai explicar por meio deste texto.

Regime de caixa

Resumidamente, o regime de caixa é um sistema, no qual, o gestor considera apenas os valores que, de fato, entraram e saíram do caixa. É um regime em que não há o registro de vendas a prazo e nem de contas que serão pagas futuramente.

Ou seja, por mais que eu saiba que o vencimento do aluguel acontece, mensalmente, em todos os dias 10, a anotação só será feita quando o pagamento for realmente efetuado. O mesmo serve para as entradas. Quem é empresário e vende parcelado no cartão, tem a certeza de que aquela quantia vai entrar na conta em algum momento, mas, se ele adota o regime de caixa, vai considerar tal valor somente no dia em que ele estiver à disposição.

Regime de competência

Neste caso, o registro é feito com base no fato gerador - não na entrada dos recursos, como acontece no regime de caixa. Então, todas as despesas conhecidas serão anotadas antecipadamente no sistema.

Todo mês, o empresário tem que pagar salários, contas de luz, água, internet, telefone, aluguel, etc. Alguns destes custos possuem valores fixos, outros não. No entanto, todos eles são conhecidos antecipadamente.

Com as entradas, a lógica é a mesma. Não importa se a venda foi feita a prazo e se o dinheiro entrará posteriormente. A anotação será feita no dia da operação.

Qual regime escolher?

Empresas menores e que não possuem um volume tão grande de operações - entradas e saídas -, costumam utilizar o regime de caixa, pois ele é mais simples e o gestor não correrá riscos de se perder em suas anotações.

Agora, negócios maiores, geralmente, adotam o regime de competência, que oferece mais possibilidades e uma separação mais nítida entre vendas à vista e a prazo.

No entanto, na verdade, o ideal é mesclar os dois modelos em sua empresa. É fundamental saber o fluxo diário do negócio, bem como, ter ciência das datas em que as entradas e as saídas foram geradas. Isso facilita o planejamento estratégico e o controle do capital de giro necessário para a empresa fluir.

De qualquer forma, independentemente do tamanho da sua empresa e do regime escolhido, consulte a Prime Contabilidade e tenha uma gestão assertiva em seu negócio!

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